Colaboração de Jonas Deison e Manoelzinho Canafístula

Uma outra publicação, o autor se revela como sendo a vítima e diz que deveria ter aberto um B.O. (Boletim de Ocorrência) contra as muitas coisas que a diretora na época supostamente falava para o autor, o posto é um desabafo que pode caracterizar traumas e constrangimentos. “Ela disse que nunca arrumaria ninguém por conta do meu cabelo, só viria “marginal”, atrás de mim (palavras dela). Dizia que nunca ia arrumar emprego por conta do meu cabelo, teria sorte se alguma empresa me quisesse, mandava eu abaixar?????? Me expôs na frente da escola toda no auditório por conta do meu cabelo, inúmeros outros casos que ninguém ligava por ser considerado pequeno”, diz a publicação.



Por fim a última publicação sugere que não se deve passar o pano para ela (diretora) novamente, diz que o que ela supostamente cometeu é crime e que deve ser punida. “Não é o primeiro processo e não vai ser o último, enquanto ouver (sic) qualquer tipo de preconceito, haverá sempre alguém lutando por direitos”, finalizou.




0 comments:
Postar um comentário